Advogados com atuação exclusiva contra Instagram, YouTube, TikTok e Meta. Quando a plataforma ignora seu recurso, a gente traz um juiz pra conversa. 500+ contas recuperadas. 98% de êxito. Primeira conversa gratuita — e você só paga se ganhar.
A gente já ouviu essa história 500+ vezes. Perfis construídos em anos desaparecem numa notificação fria, sem explicação e sem direito à defesa. A plataforma aposta que você vai desistir. A maioria desiste. Você não precisa.
Você dependia daquele perfil — vendas, anúncios, parcerias, monetização. Agora está tudo parado. As contas continuam chegando, mas o caixa parou.
Você já preencheu formulários, enviou documentos, filmou vídeo com RG. Recebe e-mails automáticos que não resolvem nada. O suporte é um robô.
Seguidores, conteúdo, conexões, histórico — tudo trancado. Se o perfil for deletado em definitivo, é irreversível. O tempo está contra você.
Você foi julgado por um algoritmo, por denúncia em massa ou por hackeamento — e a plataforma nem te ouviu. Isso é abuso. E é judicializável.
Se você se identificou, a conversa seguinte é com um advogado — não com um suporte automatizado.
Avaliar meu casoOs termos de uso não se sobrepõem ao Marco Civil da Internet, ao CDC ou à LGPD. Plataformas que banem contas sem motivação, sem contraditório e sem direito de defesa cometem ato ilícito — e podem ser obrigadas a restaurar o acesso e indenizar o prejuízo.
A gente olha o seu caso com lente de advogado — não de suporte. Identifica a tese correta, mede o dano, avalia chances reais. Você sai sabendo se tem caso ou não. E isso não custa nada.
Quando o caso tem urgência — e quase todo caso tem — entramos com pedido de tutela antecipada. Juiz obriga a plataforma a restaurar o acesso antes do julgamento final. Rápido e efetivo.
Além de recuperar a conta, você pode ser indenizado por lucros cessantes, danos morais e abalo à imagem. Já obtivemos indenizações de R$ 12 mil a R$ 80 mil para clientes em casos similares.
A gente não vende esperança. Vende análise honesta e execução estratégica. Se o seu caso não tem fundamento jurídico, você sai sabendo — sem pagar nada. Se tiver, a gente vai até o fim.
Sem fluff, sem promessa de retorno imediato. Os resultados variam caso a caso, mas o padrão é claro: quando há fundamento jurídico, o judiciário brasileiro responde — e responde rápido.
Produtora de conteúdo de moda sofreu banimento após denúncias coordenadas. Recurso interno foi ignorado por 11 dias. Tutela de urgência deferida pelo TJSP em 3 dias úteis, com restauração completa do perfil e arquivo histórico.
Criador com 6 anos de canal monetizado perdeu receita por falso positivo em moderação automatizada. Ação resultou em reativação imediata da monetização e indenização por lucros cessantes referente ao período de suspensão.
Loja virtual com campanhas ativas no Meta Ads perdeu o acesso ao gerenciador de negócios após invasão. Liminar obrigou a Meta a restabelecer o controle da conta em 48 horas, evitando prejuízo de R$ 40 mil em mídia paga já investida.
Quatro anos de perfil desapareceram numa notificação. Fiquei dez dias tentando resolver pelo suporte e não cheguei a lugar nenhum. No dia em que conversei com o escritório, eles já estavam montando a ação. Cinco dias depois, um juiz mandou o Instagram me devolver tudo.
"Monetização suspensa de um dia pro outro. Seis anos de canal. Em 11 dias de parceria com o escritório, eu já estava monetizando de novo — e ainda recebi indenização pelo que perdi."
"A Meta ignorou a gente por semanas depois da invasão. Perdemos campanhas ativas, clientes. O advogado entrou com liminar e em 48h tínhamos o acesso de volta. Salvou o mês da empresa."
"O que me impressionou foi a honestidade. Na primeira conversa já me disseram quais eram as chances reais, quanto ia custar e o prazo. Sem promessa milagrosa. E entregaram."
Sem taxa de consulta. Sem pegadinha. Se o seu caso não tem fundamento jurídico, a gente te diz na hora e você economiza tempo e dinheiro. Se tiver, a gente explica a estratégia e só seguimos com a sua autorização.
Primeira análise sem custo, sem compromisso, sem cadastro obrigatório.
Em casos elegíveis, você só paga parte dos honorários se ganharmos. Risco compartilhado.
Tudo o que você compartilhar é protegido por sigilo profissional da advocacia.
100% online — você não precisa sair de casa em momento nenhum do processo.
As perguntas mais frequentes de quem chegou aqui com a conta banida — respondidas sem jurídiquês.
Sim, e isso já é prática consolidada no judiciário brasileiro. Juízes vêm deferindo tutelas de urgência que obrigam Instagram, Meta e outras plataformas a restaurar contas — em muitos casos, dentro de 24 a 72 horas. A base legal está no Marco Civil da Internet, no Código de Defesa do Consumidor e no Código Civil. A plataforma não tem poder absoluto para banir um usuário que depende daquele perfil como fonte de renda, especialmente sem motivação clara e sem permitir contraditório.
Tem, sim. Os termos de uso são contratos de adesão — e contratos de adesão não podem se sobrepor às leis brasileiras. O STJ já reconheceu que cláusulas abusivas em contratos digitais são nulas. Além disso, mesmo que tenha havido alguma violação, a sanção aplicada precisa ser proporcional, fundamentada e precedida de oportunidade de defesa. Banimento automático e permanente por decisão algorítmica raramente atende a esses requisitos.
Pode. A suspensão injustificada de monetização — especialmente por erro algorítmico — configura rescisão unilateral abusiva e gera lucros cessantes. A jurisprudência brasileira já reconhece a responsabilidade objetiva das plataformas pelos danos causados a criadores que têm ali sua fonte de renda. Em processos assim, buscamos dois resultados simultâneos: reativação da monetização e reparação do período em que ela ficou suspensa.
Hackeamento + omissão da plataforma é combinação que gera responsabilidade. A falha de segurança viola a LGPD, e a omissão no atendimento viola o CDC. Nesses casos, costumamos obter tutela de urgência forçando a plataforma a restabelecer o acesso em 48 a 72 horas, além de ingressar com pedido indenizatório pelos danos causados no período de indisponibilidade. O importante é agir rápido — quanto mais tempo a conta fica sob controle do invasor, pior.
Depende da urgência demonstrada no caso. Quando conseguimos comprovar que a conta é fonte principal de renda (o que costuma ser possível com prints de faturamento, parcerias ativas, histórico de receita), juízes deferem tutelas em 24 a 72 horas após o protocolo. O processo principal — que pode incluir indenização — costuma durar de 6 a 18 meses em primeira instância. Mas a recuperação do acesso geralmente acontece muito antes, via medida liminar.
A primeira conversa é gratuita, sem compromisso. Em boa parte dos casos, trabalhamos com honorários vinculados ao êxito — você paga uma parcela apenas se obtivermos resultado. Quando há cobrança inicial, ela é transparente e combinada por escrito antes de qualquer passo. O escritório não aceita casos em que a análise preliminar indique baixa chance de sucesso — é melhor dizer "não temos caso" do que cobrar por uma ação fadada a perder.
Todo o Brasil. O atendimento é 100% online — reuniões por vídeo, envio de documentos digital, acompanhamento por WhatsApp. Ações contra plataformas digitais podem ser propostas no foro do consumidor, ou seja, onde você mora. Você não precisa se deslocar em nenhum momento do processo.
A plataforma conta com o seu desgaste pra que você desista. Um advogado especialista tira você do suporte automatizado e coloca o seu caso onde ele tem força: diante de um juiz. Primeira conversa gratuita, sem compromisso, resposta em até 24h.
Triagem gratuita · Sigilo absoluto · Honorários por êxito · Resposta em 24h